Depois de participar do Encontro de Rimini no último sábado, dia 22, o Papa Leão XIV fez uma visita à catedral da cidade. O objetivo? Encontrar-se com pessoas doentes, com deficiência e em situação de vulnerabilidade que são assistidas pela Cáritas diocesana e outras instituições de caridade.
Ao chegar, o Papa fez questão de acolher todos com carinho, dizendo que eles estavam em casa. Ele lembrou que Jesus sempre esteve ao lado dos que mais precisavam, acolhendo doentes e pobres e colocando-os no centro de sua missão de cura e dignidade. Para ele, isso é um grande sinal do amor de Deus e de sua infinita misericórdia. É bonito pensar que muitas das pessoas curadas por Cristo acabaram se tornando parte da comunidade de discípulos, não é? Isso mostra que cada um de nós também é chamado a essa missão de acolhimento e amor.
Leão XIV incentivou todos os presentes a seguirem esse exemplo. Ele falou sobre a importância de deixar-se curar por Jesus, buscar o perdão e se converter. E, claro, ressaltou a beleza de caminhar junto à Igreja, fazendo parte de uma comunidade que leva a mensagem do Evangelho a todos.
O Papa expressou sua gratidão a esses irmãos por terem comparecido e os encorajou a participar ativamente da vida da Igreja. Ele destacou a importância de estarem em paróquias, associações e locais de acolhimento, onde se pode sentir o amor do Pai e a fraternidade entre todos.
No final do encontro, na presença do bispo de Rimini, Dom Nicolò Anselmi, todos se uniram em uma oração, rezando o Pai Nosso juntos. Em um gesto de proximidade, o Papa foi até as fileiras de doentes e religiosas em cadeiras de rodas. Ele apertou as mãos de cada um, ouviu palavras sussurradas, recebeu desenhos e até um buquê de flores. Para finalizar, ofereceu um terço como lembrança desse momento especial. É sempre tocante ver como pequenos gestos de amor e atenção podem fazer a diferença na vida das pessoas.