Na tarde de quarta-feira, 2 de agosto, uma conversa telefônica entre o Papa Leão XIV e o presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, trouxe um momento de solidariedade em meio à tragédia. O Papa expressou sua compaixão por aqueles que sofreram as consequências do terremoto de magnitude 7,4, que ocorreu no dia 10 de agosto e já deixou 331 mortos e mais de 4.500 feridos. O Santo Padre fez questão de lembrar especialmente das famílias enlutadas, dos feridos, das equipes de resgate e dos profissionais humanitários que estão se dedicando a ajudar os afetados.
Esse gesto do Papa ilustra bem seu compromisso com as populações que enfrentam desastres e situações de sofrimento. Ele sempre coloca a solidariedade e a empatia no centro de suas ações, buscando estar próximo de quem mais precisa.
Em uma mensagem oficial enviada em 11 de agosto ao arcebispo de Cartagena, dom Francisco Javier Múnera Correa, o Papa também manifestou sua tristeza pela tragédia. No texto, assinado pelo cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, ele afirmou estar “profundamente entristecido” e “consternado”. Leão XIV enviou suas orações para que os falecidos encontrem descanso eterno e expressou sua “proximidade espiritual” com os enlutados, além de agradecer o trabalho das equipes de resgate e voluntários.
Um dia depois, durante a audiência geral das quartas-feiras, o Papa voltou a falar sobre a situação na Colômbia. Ele desejou força ao povo colombiano e pediu orações pela recuperação dos feridos, elogiando novamente os profissionais envolvidos no atendimento emergencial. É nesse tipo de momento que se percebe a força da união e do apoio mútuo em tempos difíceis.
Como um gesto concreto de solidariedade, no mesmo dia 12, o Papa anunciou o envio de 100 mil euros para as áreas mais afetadas. Essa doação, intermediada pelo Dicastério para o Serviço da Caridade, será repassada à Cáritas Colombiana, que vai coordenar a distribuição dos recursos entre as dioceses impactadas pelo terremoto. A Santa Sé destacou que essa é apenas a primeira contribuição e que novas ajudas estão previstas, conforme a evolução da situação no país.
Esses gestos de apoio mostram como a compaixão e a solidariedade podem fazer a diferença em momentos de crise.